| | Current Music: | Tche music | | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] Jan's river | | Time: | 10:31 pm | | Current Mood: | strange |
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| | Queria muito estar/conversar contigo agora... | comments: 7 comments or Leave a comment  |
| | Current Music: | abertura da novela | | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] What to do? | | Time: | 07:44 pm | | Current Mood: | pensive |
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| O que fazer?
-ficar em Ivoti ajudando a família? -esperar o Banco do Brasil me chamar pra trabalhar do alguma agência das grotas aqui ao redor? -voltar pra PoA e achar um empreguinho de programador de merda? -ir pra Curitiba, trabalhar na positivo e procurar um lugar barato pra morar? -largar tudo, ir pro Nordeste e trabalhar em algum albergue/pousada/hotel/bodega? -procurar algo fora do país?
Todas as opções são viáveis... E as vezes eu gostaria de ter menos delas...
O que eu quero da minha vida? | comments: 3 comments or Leave a comment  |
| | Security: | | | Subject: | Job facts | | Time: | 05:21 pm | | Current Mood: | stressed |
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| "Trabalhar" me fez voltar a roer unhas.... Tudo bem que me um mês foram apenas três, até agora... mas se continuar assim tem tudo a crescer...
Tenho várias coisinhas related pra explodir aqui, mas depois de rever o passado de alguns, lembro que isso pode ser perigoso...
se farei, sera private (e não daqui da empresa) ;] | comments: Leave a comment  |
| | Current Music: | The Corrs - Everybody Hurts | | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] Bus'n'mind | | Time: | 09:21 pm | | Current Mood: | sad |
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| Por mais que eu tenha bateria... Por mais que eu tenha leitura... Por mais que eu tenha som... Eu começo a odiar esse ônibus...
Hoje não tenho alucinações mas sim um nó na garganta... Que ao mesmo tempo tranca e quer soltar tantas palavras...
Vontade de ser sincero... da sinceridade que machuca o outro... da sinceridade que pode me causar mais problemas... nua, crua, simples, direta, binária...
Mas não faço isso... mantenho ela no fundo... oculta... escondida... comprimida... machucando o menor número possível de pessoas queridas...
eu... | comments: Leave a comment  |
| | Tags: | contos | | Current Music: | Tori Amos - Talula | | Current Location: | Note@PoA | | Security: | | | Subject: | Blond girl | | Time: | 10:09 pm | | Current Mood: | pensive |
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| Eles preferem as loiras E la se virou de lado. Assestou a orelha no travesseiro. E miou, sorrdente: - Amanhã é seu aniversário... Ele apenas sorriu de volta, modesto: era. Ela continuou, rouca: - Pode pedir o que quiser... Ele arregalou os olhos. - O que eu quiser? Ela, lambendo os lábios, a malícia faiscando nas bordas das pupilas: - Arran... Ele sentou na cama, apoiando-se nos cotovelos. - Tudo mesmo? - Tudo, Tudinho... - disse: tudjinho, com dê e e jota. Ele olhou para o gesso do teto, sonhador: - Quero que você seja loira! Ela arregalou os olhos. Sentou-se também. - Lo-loira? - gaguejou. - Quer... que pinte o cabelo? - Isso! - Estava ereto, agora. Esfregava as mãos. - Isso! Sempre quis que você fosse loira. Sempre quis. Ela deitou a cabeça no travesseiro. Fechou os olhos. De olhos fechados, concordou: - Tá bem. - E depois de um suspiro: - Tá bem... Na manhã seguinte, ele saiu de casa saltitante, foi trabalhar assobiando uma música dos Travessos. Ela acordou sentindo uma pedra no peito e uma bola de tênis na garganta. Não conseguia se imaginar loira. Ao contrário: sempre se orgulhara dos cabelos negros, jamais tocados por tintura. Loiras... Sabia bem como eram. Vistosas, é verdade. Tinha de admitir que loiras chamavam a atenção. Porém, eram dissimuladas, orgulhosas. arrogantes, até. Além do mais, a vida inteira desprezara as falsas loiras e suas raízes de cabelo pretas. Que nojo. Mas havia prometido... Que idéia era aquela, "pode pedir o que quiser"? Bem-feito! Foi um dia difícil. Um dia de angústia. Por que ele pedira aquilo? Não gostava dela como era? Cobiçava alguma loira? Estava ficando com raiva do desgranido. À tarde, na hora da transformação, o ódio se desfez em soluços. O cabeleireiro teve de lhe buscar um copo d'água com açúcar. Só se sentiu melhor quando saiu do salão e passou por dois homens de terno. Eles a olharam de um jeito que nunca havia sido olhada antes: com gula. Por que os homens olhavam assim para as loiras? Em casa, mirou-se no espelho. Não conhecia aquela ali refletida. Vestiu sua lingerie mais ousada, uma que nunca tivera coragem de usar. Ele chegou e tomou um susto. - Meu Deus, é outra mulher! Era. Foi uma noite de amor única. Nem na época de namorados tiveram um noite igual. Pela manhã, ele se levantou cansado, mas satisfeito. Ajeitava a gravata para ir trabalhar, quando ela saiu do quarto. Estava já vestida: saia mínima, decote íngrime. - Aonde você vai assim? - espantou-se ele. - Ao super - respondeu ela, já saindo. Saiu. Ele correu para a janela, perplexo, a tempo de vê-la ondulando pela rua. Ondulando. Queria uma loira. Tinha uma loira | comments: 1 comment or Leave a comment  |
| | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] Saturday night | | Time: | 12:50 am | | Current Mood: | Sad |
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| Sábado de noite em Ivoti... Programação de tv ruim. Internet lenta. Chuva xoxa. Ninguém pra se querer bem. Ninguém pra se falar mal. Ninguém online. Nenhum livro. Nenhum jogo. Nenhum ânimo.
Momento em que a pessoa senta e escreve aquele post enorme, sobre tudo, trabalho, estudo, tempo, espaço, idéias, vida... sobre todos, familiares, amigos, amores... Espessa seus sentimentos de uma maneira que só certos piscianos entenderiam... revisa, relê... respira fundo e se prepara para dar o 'commit' da operação quando...
'Voooonnn...' falta luz...
Nesses momentos eu noto que certas coisas são, porque não devem ser. | comments: Leave a comment  |
| | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] Again, again, again... | | Time: | 08:15 pm | | Current Mood: | Sad |
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| Outra sexta, outro retorno pra Ivoti... Essa sem música, sem texto, quase sem fala... Só de pensar eu já estava de mau humor... Vivendo eu ainda fico triste...
Alucino!!
Sinto o telefone vibrar no bolso, mas estou com ele em minhas mãos... Sinto falta do quando não sentia (falta)... E a ausência me faz pensar no que não quero...
Quem me vê, quem me escuta e me conhece, sabe:
que eu não sei... | comments: 1 comment or Leave a comment  |
| | Current Music: | Engenheiros do Havaí - Até o fim | | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] Searching the End | | Time: | 06:34 pm | | Current Mood: | Pensive |
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| Mas eu não vim até aqui pra desistir agora. Minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar, se depender de mim eu vou até o fim. Voando sem instrumentos, ao sabor do vento, se depender de mim eu vou até o fim. Eu não vim até aqui, pra desistir agora. Entendo você, se você quiser ir embora, não vai ser a primeira vez nas últimas 24 horas. Ainda não se curva noite adentro vida afora toda a vida, o dia inteiro, não seria exagero, se depender de mim eu vou até o fim. Cada célula, todo fio de cabelo, falando assim parece exagero, mas se depender de mim eu vou até o fim...
Ainda não sei como... Mas eu vou!
Device: Nokia3660 | comments: Leave a comment  |
| Clarissa de minisaia A microssaia voltou com tudo em 2004. A ponto de Clarissa se entusiasmar. Não era desses arroubos, não se comovia com modismo. Ao contrário: podia ser considerada uma recatada. Clarissa só se importava com a alma humana, que, ao fim e ao cabo, concentrava a essência de sua profissao - era psicóloga. Mas, no réveillon, Clarissa foi a uma festa, e o que viu? Microssaias. Todas as mulheres da festa estavam de microssaia, as pernas luzindo, hipnotizando o público masculino, enquanto ela transpirava dentro de velhos jeans desbotados. Então, tomou uma resolução de Ano-Novo: vestir uma microssaia em 2004. Nos primeiros albores de janeiros, mal egressa da praia, Clarissa marcou para o shopping como se fosse cumprir uma missão. Adquiriu a primeira microssaia da sua vida. Foi o rompimento de uma barreira. Antes daquele dia, nem míni. Só saias comportadas, roçando os joelhos. Clarissa preocupava-se demais com seu trabalho para ostentar decotes e saias minúsculas. Havia anos ocupado o cargo de psicóloga num grande clube de futebol do Estado. Sua vida se resumia ao esforço para conquistar o respeito dos jogadores e dos dirigentes. Mas conquistá-los com sua seriedade, seu profissionalismo. Aquela minissaia quebrava paradigmas. Que seja!, pensou. A gente tem que cometer loucuras uma vez na vida. Para arrematar, comprou sapatos de saltos altos. Realmente altos, não as anabelas de cinco centímetros que estava acostumada a usar. No provador, enfiou-se na micro, subiu nos escarpins e se mirou no espelho. A micro era mesmo curta. Um palmo de tecido, quantdo muito. Mas, puxa, como ela havia ficado diferente! Os saltos altos lhe tinham modelado as pernas, os músculos ficavam empinados das panturrilhas aos glúteos. E a última curva das coxas assim exposta, nossa!, Clarissa nunca se mostrara tanto. Mas reconhecia: o resultado lhe agradava. Saiu do shopping vestida daquele jeito, a roupa antiga soterrada no fundo da bolsa. Foi assim que ela chegou ao clube. Sobranceira, apoiada apenas na parte da frente dos pés, caminhando sem pressa. Clarissa cruzou o pórtico do estádio. Para jogadores, dirigentes, torcedores, membros da comissão técnica, para todos num diâmetro de 150 metros, foi como se o tempo tivesse parado. Clarissa avançava de cima de seus escarpins, a saia diminuta mal cobrindo as longas pernas, os saltos de doze centímetros fazendo toc no asfalto. Toc, toc, toc, toc. Aquele toc ecoava pelo estádio. Tornava-se mais retumbante devido ao silêncio que a entrada de Clarissaprotagonizara. Ninguém corria atrás da bola, e a própia bola não corria, os torcedores que assistiam ao treino não gritavam mais, nem se inquietavam com a penúria das contratações do clube, or repórteres nada perguntavam e os dirigentes não cogitavam de responder. Naquele momento, só o que importava era a entrada de Clarissa. Toc. Toc. Toc. Ela sentia o ar frio envolvendo as coxas finalente descobertas, sentia que todos os olhares lhe lambuzavam as pernas torneadas e recentemente bronzeadas, sentia que, durante aqueles segundos, todos os homens que a observavam se transformaram em seus súditos. Sentia os efeitos do poder. Um calor sensual queimou-lhe o peito. Clarissa entreabriu os lábios. Sua respiração ficou mais pesada. Depois de cem metros triunfais, chegou ao escritório, afinal. Abriu a porta. Entrou. Fechou-a. Apoiou as costas contra a porta fechada. Fitou o teto branco do gabinete. Pensou nos anos em que cursou psicologia, nos anos de trabalho no clube, no seu investimento como psicóloga esportiva. Durante todo esse tempo, estudou o comportamento dos homens, procurou formas de entendê-los, influenciá-los e ajudá-los. Agora, enfim, alcançara a compreensão. As mentes deles se abriram para ela, como se a língua de fogo do Espírito Santo lhe tivesse lambido o fronte. Tudo era tão simples e tão engenhoso... Clarissa caminhou até o banheiro do escritório. Postou-se diante do espelho. Tentou admirar mais uma vez as pernas expostas. Não conseguiu, o espelho era muito alto. Estudou o próprio rosto. Os lábios pareciam mais intumescidos, os olhos, mais brilhantes. Ajeitou o cabelo. Decidiu: na manhã seguinte, sem falta, compraria uma blusa decotada. Bem decotada. | comments: 2 comments or Leave a comment  |
| | Security: | | | Subject: | [LJ2ME] Blurry blindness | | Time: | 04:39 pm | | Current Mood: | blind |
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| A partir dessa hora, até terça-feira, no mínimo, cuidado... O míope aqui vai estar sem óculos e sem lentes... Salvo se encontrar meu penúltimo óculos no criado mudo em PoA... No mais, entendam se eu der alguma de taipa nesses dias... =p
Device: Nokia3660 | comments: Leave a comment  |
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